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segunda-feira, 9 de maio de 2016

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Rubrica Mensal - Entrevistas a Autores - Colleen Houck

Sim, esta é a nossa quinta entrevista. A autora entrevistada foi a fantástica Colleen Houck. Esta autora tem quatro livros editados em Inglês e apenas dois foram já lançados em português. Já ouviram falar da “Saga do Tigre”? Pois é, esta é a autora dessa fantástica coleção. Os livros “A Maldição do Tigre”, “Tiger’s Curse” no original, e “O Resgate do Tigre”, originalmente “Tiger’s Quest” já foram criticados no nosso blogue e podem ler as opiniões Aqui. Os restantes, cujos títulos são “Tiger’s Voyage” e “Tiger’s Destiny”, ainda não foram lançados em português. A boa notícia é que a Porto Editora, a editora responsável pelo lançamento da série, planeia o lançamento do “Tiger’s Voyage” para o primeiro trimestre do ano que vem. Ansiosos? Eu estou!
A autora nasceu em Tucson, nos Estados Unidos da América, no dia 3 de Outubro de 1969. O seu género literário insere-se nos Romances, na Literatura para Jovens Adultos e na Ficção. Considera que tem influências literárias de autores como Shakespeare, Stephenie Meyer, Christopher Paolini, J. K. Rowling, Madeleine L’Engle, Jules Verne, Orson Scott Card, H. G. Wells e John Steinbeck.
Antes de tudo a autora considera-se uma leitora. Adora ação, aventura, ficção científica e romance e os seus livros favoritos incluem um pouco de cada um. Depois de entrar na Universidade do Arizona, desistiu da escola para ir numa missão da igreja, onde conheceu o marido. Desde então teve vários empregos, incluindo advogada, gerente de cozinha chinesa, entre outros, e mais recentemente intérprete de linguagem de sinais americana. Ela também se considera especialista na montagem de Big Macs e Big Bacon Classics e o seu canal favorito é o Food Network Channel. Colleen tem vivido no Arizona, Idaho, Utah, Califórnia e Carolina do Norte e agora está a morar fixamente em Salem, no Oregon, com o seu marido e o seu gigante tigre branco de peluche. Podem saber tudo sobre ela e os seus livros no seu site, a que podem aceder Aqui, ou segui-la no Twitter Aqui.
Estivemos a falar com a autora e ela respondeu às nossas perguntas, que traduzimos para vocês:

1 – Como te sentiste quando o teu primeiro livro foi lançado?
R: Eu senti-me maravilhada e orgulhosa. Foi uma longa jornada, mas foi também uma jornada excitante.

2 – Qual foi a tua inspiração para escrever a “Saga do Tigre”?
R: A Bela e o Monstro. Eu sabia que queria um lindo príncipe e escolhi um tigre para o meu monstro. Isso conduziu-me à India.

3 – Quem mais te apoiou na tua escrita?
R: Eu teria de dizer o meu marido, mas a minha família esteve lá durante todo o processo. Eu levo sempre comigo para as conferências a minha mãe e irmãs e elas ajudam-me da maneira que podem.

4 – Consegues pensar em ti como escritora?
R: Sim e não. Eu nunca considerei escrever como uma carreira e pensei que seria um passatempo divertido. Quem diria que isto acabaria por ser o que eu faria todos os dias como trabalho…

5 – Como te descreverias em três palavras?
R: Organizada, Criativa e um bocadinho “maníaca do controlo”.

6 – Em que livro estás a trabalhar agora?
R: Num livro com um tema egípcio, ainda sem título, que vai ser publicado na primavera de 2015.

7 – Eu li “A Maldição do Tigre” e “O Resgate do Tigre” e adorei os dois! A série vai ter apenas quatro livros?
R: Por agora. Está planeado um quinto livro, mas ainda não há data de publicação prevista para ele.

Demos assim a nossa entrevista por terminada e desejámos muita sorte à autora para a sua carreira.
Os livros já editados em português e até mesmo as suas versões originais podem ser adquiridos na Wook:
- A Maldição do Tigre (14,94 €) – Aqui
- O Resgate do Tigre (14,94 €) – Aqui
- Tiger’s Curse (8,99 €) - Aqui
- Tiger’s Quest (8,99 €) – Aqui
- Tiger’s Voyage (8,99 €) – Aqui
- Tiger’s Destiny (8,99 €) – Aqui
O blogue, os leitores e eu agradecemos a disponibilidade da autora e desejamos uma boa continuação do seu excelente trabalho!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Rubrica Mensal - Entrevistas a Autores - L. C. Lavado

Estamos então na nossa quarta entrevista, para a qual escolhemos a Liliana C. Lavado. Esta autora tem, neste momento, dois livros publicados entre os quais temos “Inverso” e “Inverno de Sombras”. O seu livro mais recente, “Inverno de Sombras”, já foi criticado anteriormente e podem ler a opinião Aqui.
A Liliana nasceu em Aveiro e está, atualmente, na Suíça. É licenciada em Gestão de Marketing e dedica-se principalmente à sua escrita. Entre as suas influências literárias encontram-se Alex Bell, Sherrilyn Kenyon, John Green, Gayle Forman, Carlo Ruiz Záfon e P. C. Cast. Tem um blogue a que chamou “Neuroses da Escrita 2.0” e a que podem aceder Aqui. O blogue Histórias Fantásticas esteve a falar com ela e fez-lhe algumas perguntas:

1 – Como te sentiste quando o teu primeiro livro foi lançado?
R: Um misto de orgulho e terror. Orgulho, por ver o livro a partilhar as prateleiras com os meus escritores preferidos. Terror, porque a partir daquele momento ele ia para as mãos de muitos leitores e estaria exposto a qualquer tipo de crítica.

2 – Qual foi a tua inspiração?
R: Lisboa. A cidade que continua entre as minhas preferidas e da qual tantas saudades tenho. Há qualquer coisa em Lisboa que não consigo definir... faz-me sentir em casa.

3 – Quem mais te apoiou na escrita do livro?
R: O meu marido. Foi a ele que dediquei o livro. É sempre a primeira pessoa a ler o que escrevo.

4 – Já consegues pensar em ti como escritora?
R: Sim, consigo. Mas demorei algum tempo.
Existem demasiados estereótipos e demasiadas pessoas a definirem quem é e quem não é escritor, eu nunca me encontrei em nenhum deles, tive de descobrir o meu.

5 – Como te descreverias em três palavras?
R: Simples. Teimosa. Original.

6 – Já sabemos que estás a trabalhar num próximo livro, a continuação do tão apreciado “Inverno de Sombras”, que foi, inclusive, recomendado por inúmeros leitores do Goodreads. Quando prevês terminar o livro “Fantasmas de Pedra”? E quando será o seu lançamento?
R: Para minha vergonha, tenho de dizer, está atrasado.
A primeira previsão era terminar o “Fantasmas de Pedra” em Setembro, mas a data passou e ainda tenho muitas páginas para escrever.
Neste momento ainda não está definido com a editora qual será o livro a lançar em 2014, muito provavelmente será “O Diabo dos Anjos” e só depois virá “Fantasmas de Pedra”. Existem personagens em comum nestes dois livros e seria mais curioso para os leitores lerem agora “O Diabo dos Anjos”... por muito ansiosos que estejam em reencontrar a Isadora e a Andrea e continuar a história do “Inverno de Sombras”.

7 – Que podes contar-nos do teu primeiro projeto em Inglês “The Writing Heritage“?
R: “The Writing Heritage” é um ‘livro-experiência’, não só porque é o meu primeiro em Inglês, mas também porque foge ao género da Fantasia Urbana que tem vindo a ser o meu estilo literário até aqui.
Esta é uma história de mistério que, embora esteja quase terminada, ficou ‘na gaveta’ com a publicação do “Inverno de Sombras”. Talvez será retomada em 2014.

8 – Se as pessoas quiserem comprar os teus livros onde o podem fazer?
R: “Inverno de Sombras” está disponível em qualquer livraria (FANC, Bertrand, Leya...) ou grande superfície comercial (Continente, Pingo Doce...) assim como as lojas online.
“Inverso” está disponível na Amazon (Papel e eBook) e na iTunesStore e Kobo.

Dou assim por terminada esta entrevista e desejo-te muito sucesso na tua carreira, que ainda está apenas no início e já se mostra tão promissora. O blogue, os leitores e eu agradecemos a tua disponibilidade. Continua o bom trabalho!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Rubrica Mensal – Entrevistas a Autores – Pedro Barrento

Apresento-vos a nossa terceira entrevista. O autor escolhido foi o Pedro Barrento, que tem, neste momento, apenas um livro publicado. O livro, que se chama “O Príncipe e a Singularidade – Um Conto Circular”, já foi criticado anteriormente aqui no blogue e podem ler a opinião Aqui.
O Pedro Barrento nasceu em Moçambique à 51 anos atrás, frequentou a escola em Lisboa e é licenciado em Direito. Por volta dos 33 anos, ele decidiu que havia mais na vida do que ser advogado e tentou a sua sorte em vários negócios, sendo que o mais bem-sucedido foi uma companhia que produz e gere bandas de rock. Há um ano atrás decidiu pegar novamente num hobby esquecido há muito tempo: escrever. Começou com um blogue dedicado principalmente a sátira política e, encorajado pelo feedback que recebeu no blogue, decidiu tentar escrever um livro.

1 – Como te sentiste quando o teu primeiro livro foi lançado?
R: O meu primeiro livro não foi “lançado” no sentido tradicional do termo, dado que está editado em self-publishing através da Amazon, Smashwords, Createspace, Barnes & Noble, etc. Quando fiz upload para a Amazon, senti-me completamente exausto.

2 – Qual foi a tua inspiração?
R: O livro não tem uma inspiração clara, porque eu nunca decidi escrever um livro sobre um determinado assunto. Eu fui tendo ideias para pequenas partes, que foram surgindo e sendo escritas de forma não sequencial (p.e., cap. 1, 2, 9, 12, etc.).
A certa altura comecei a acreditar que era possível ligar todas aquelas partes que tinham sido escritas em separado, de forma a que se transformassem num livro com um princípio, meio e fim e com uma mensagem coerente.
Até hoje ainda não consegui perceber como foi possível escrever um livro, partindo de uma “manta de retalhos” não sequencial e sem uma definição prévia do que iria ser a história e a mensagem.
Vou tentar explicar a forma quase inverosímil como o livro foi escrito.
Se fores ao meu blog, que contém basicamente sátira política, vais encontrar um conto chamado “Um Conto Medieval” (Aqui), que é uma sátira aos acontecimentos do 1º de Maio de 2012, com a cadeia de supermercados Pingo Doce. Esse texto, por exemplo, acabou por se transformar, com pouquíssimas alterações, no capítulo 22 do livro, onde tem um significado completamente diferente do original, apesar de os textos terem poucas diferenças.
O começo do livro, em que os deuses jogam a sua divindade às cartas, era inicialmente um texto curto, com duas ou três páginas, que satirizava simultaneamente a crise política europeia e (acreditem ou não) a falta de sardinhas que houve nos santos populares de 2012.
Eu sei que isto parece impossível, para quem leu o livro, mas parte do texto sobre as sardinhas foi reciclada e transformou-se no começo do livro.
Foi quando eu estava à beira de colocar esse texto no meu blog, que subitamente comecei a ter outras ideias e pensei para comigo que aquele começo era demasiado bombástico para ser desperdiçado numa brincadeira sobre política e sardinhas.
Seguidamente, escrevi o capítulo 9, que se passa num parque de estacionamento, em finais do séc. XX (ou séc. XXI, não sei) e a seguir escrevi o capítulo 12, que fecha a primeira parte do livro.
Quem leu o livro sabe que os cap. 1, 2, 9 e 12, encarados separadamente, não têm nada que ver uns com os outros. Milagrosamente, acabaram por ser conjugados numa história (quase) coerente. Depois de ter escrito os capítulos todos até ao 12 achei que tinha escrito uma “short story”, e a coisa esteve parada durante uns dias (ou umas semanas, não tenho a certeza).
Finalmente, decidi transformar a “short story” num livro e escrevi o capítulo 13, que faz a transição para a segunda parte. Depois escrevi o capítulo 23, que dá ideia do que vai ser o fim do livro e que foi o capítulo mais fácil de escrever. Simplesmente tive uma visão de uma “doomsday landscape”, com a Senhora dos Corvos no cimo da montanha, e comecei a escrever o que estava a ver.
Respondendo concretamente à tua pergunta, e como já deve estar claro, depois desta explicação toda, não houve uma inspiração específica para o livro, eu simplesmente fui descobrindo o que era o livro à medida que o escrevia.

3 – Quem mais te apoiou na escrita do livro?
R: Inicialmente, ninguém. O livro foi um ato solitário, iniciado e escrito maioritariamente durante um período de dois meses em que estive sozinho em casa. Aliás, eu só consigo escrever quando estou sozinho.
Depois do rascunho inicial, o livro teve a grande ajuda da Lynn Curtis (site oficial Aqui), que trabalhou quase de graça, da Teresa Frederico, que reviu o texto português de graça, do Sandro Marques que foi lendo os rascunhos e dando umas dicas e só me conhecia do Facebook, e de algumas pessoas que fizeram rascunhos para a capa, apesar de não serem as autoras da capa final (Paula Soto Maior e Fernanda Gil).

4 – Já consegues pensar em ti como escritor?
R: Eu consigo, mas isso só se concretiza se o resto da sociedade achar que eu sou escritor. Tirando as opções de “asceta em gruta” quase tudo no nosso mundo depende de feedback social.

5 – Como te descreverias em três palavras?
R: Solitário, sonhador e irascível.

6 – Já estás a trabalhar num próximo livro? Se sim, quando tencionas acabá-lo e publicá-lo?
R: Tenho partes de um segundo livro a surgir na minha mente. Duvido muito que o escreva se este primeiro livro não tiver um grau mínimo de sucesso. Por uma questão de feitio, eu sou incapaz de fazer seja o que for sem um determinado grau de qualidade formal, o que quer dizer que tenho uma quantidade razoável de dinheiro investida neste livro, principalmente na versão inglesa (revisões, literary consultacy, etc.). Se este livro não pagar esses investimentos e o ano inteiro que gastei a escrevê-lo e a promovê-lo, duvido muito que o segundo livro chegue ao papel, pela simples razão de que não sou suficientemente rico para investir em livros que não se paguem a si próprios.

7 – Se as pessoas quiserem comprar o teu livro, O Príncipe e a Singularidade – Um Conto Circular, onde o podem fazer?
R: Seguem-se os links para as versões digitais e em papel, em inglês e em português. O primeiro link é para a Amazon USA, onde se encontra a maior parte das reviews ao livro, mas que não é o melhor link para adquirir o mesmo, dado que, a partir de Portugal, fica mais barato comprar na Amazon UK:
- Amazon em Inglês - Aqui ou Aqui
- Amazon em Português - Aqui ou Aqui

Dou assim por terminada esta entrevista. Desejo-te muita sorte para a tua carreira, que ainda está apenas no início! O blogue, os leitores e eu agradecemos a tua disponibilidade. Continua o bom trabalho!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Rubrica Mensal - Entrevistas a Autores - Soraia Campos

Finalmente a nossa segunda entrevista. A autora escolhida este mês foi a Soraia Campos, que tem neste momento apenas um livro publicado. O livro, que se chama “A Noite do Dia – Lágrima de Sangue”, já foi criticado anteriormente e podem ler a opinião Aqui.
O seu nome completo é Ana Soraia Pereira Campos e nasceu em Aveiro no dia 13 de Outubro de 1992. Sempre mostrou gosto pela escrita e desejou poder encher uma biblioteca de livros seus. Considera a música um vício para si e refere que esta é muita da sua inspiração. Queria ser jornalista ou advogada, mas está prestes a ingressar no curso de técnica superior de justiça.
Esteve ausente do ensino escolar durante dois anos e meio, mas regressou e tornou-se uma excelente aluna. Hoje, incentiva os jovens a não desistirem de estudar para terem uma mais-valia para o futuro e momentos de convivência com outras pessoas.
Adora apreciar noites estreladas, preferencialmente com a lua cheia. Aliás, tem um fascínio por este tema e reflete-o na sua escrita.
Tem dois irmãos e três sobrinhos, vive com o irmão mais novo e os pais numa pequena localidade de Aveiro e assume que tem nos amigos o escape que necessita para poder continuar a lutar pelos seus sonhos.
Define-se como persistente, sonhadora e imprevisível.

1 – Como te sentiste quando publicaste o teu primeiro livro?
R: Senti-me completamente extasiada; parecia que estava a sonhar. Nunca pensei que o meu sonho pudesse ser concretizado assim tão depressa. Quando vi o livro pela primeira vez, senti uma satisfação tão grande, era como se fosse um filho que tivesse visto a luz do dia naquele momento. Toquei nele, pois ainda julgava que tudo não passasse de um sonho. Nunca vou esquecer a sensação de o ter nas minhas mãos e de sentir que, de facto, tinha sido eu própria a escrevê-lo.
   Fiquei, sem sombra de dúvida, bastante emocionada.

2 – Em que te inspiraste para a sua criação?
R: Desde pequena que tenho um fascínio inexorável pelo tema do sobrenatural, fascínio esse que surgiu através da leitura, de séries, de filmes, que de certa forma fizeram despertar a minha criatividade. A par disso, a observação de pessoas também contribuiu e muito para que eu conseguisse compor um enredo minimamente estruturado e credível,  até porque o meu livro não retrata apenas o mundo misterioso das criaturas da noite, mas também relata vivências de personagens de carne e osso que amam e sofrem porque amam.

3 – Quem mais te apoiou na escrita do livro?
R: É complicado restringir as pessoas que me apoiaram nesta minha aventura, contudo sem sombra de dúvida tenho que referir o nome de uma amiga que praticamente me obrigou a enviar o email à editora: Adriana Santos. Ela sempre esteve por perto e nunca deixou de acreditar em mim. Além disso, há professores que me permitiram ter uma capacidade razoável para poder me aventurar na escrita. A eles agradeço todos os dias. Enfim, apesar de poucas pessoas terem tido conhecimento deste meu sonho muito recentemente o que é certo é que recebi imenso apoio e sobretudo os parabéns por ter ido em frente com este meu projeto.

4 – Já consegues pensar em ti como escritora?
R: De facto ainda é muito cedo para pensar em mim como uma verdadeira escritora, contudo posso-me assumir como alguém que já está no mercado de trabalho apesar dos meus tenros 20 anos de idade e de ainda não ter concluído o ensino superior. É claro que para mim ainda é complicado assimilar isto tudo; ainda é ligeiramente estranho saber que o meu livro está disponível no país inteiro; que qualquer pessoa  o pode comprar e ler, tendo por isso acesso a um conjunto de pensamentos que eu tentei transpor para o papel.
  Quando, antes da publicação do livro, os meus amigos me chamavam de escritora era um pouco constrangedor já que eu própria não me sentia assim, porém a partir da noite de 14 de junho (data em que a obra foi lançada) acabei por me mentalizar que eu era, de facto, escritora.

5 – Já tive oportunidade de ler o teu livro, que me foi enviado pela Chiado Editora, e devo dizer que gostei bastante. Apercebi-me que tem continuação. Já estás a trabalhar nela?
R: Sim, já estou a trabalhar nela. Aliás já conclui o segundo volume estando já a escrever o terceiro. Terminei "lágrima de sangue" em agosto e menos de dois meses depois estava já a trabalhar no segundo, já que considerei que precisava de um tempinho afastada da escrita para que pudesse voltar em força e foi isso mesmo que aconteceu. A 1 de outubro volto a debruçar-me neste projeto e vou conciliando-o com a escola. Foi complicado mas com empenho, força, e sobretudo vontade consegui terminá-lo a 23 de março.

6 – Para quando está previsto o lançamento do teu próximo livro?
R: Já o concluí e já o enviei à editora contudo exigem novamente que eu faça um investimento como no primeiro caso e eu neste momento não tenho condições para isso, portanto estou à espera talvez de um investidor que queira eventualmente investir neste meu projeto. Até porque eu própria queria que o segundo ainda saísse este ano, pois quem já leu o primeiro está ansioso por devorar o segundo.

7 – O que é que uma pessoa pode fazer para te ajudar nesse investimento? Para onde pode enviar uma contribuição?
R: Adorava que me auxiliassem nesta demanda e ficaria realmente muito feliz se o fizessem. Em primeiro lugar gostaria que me contactassem via telefónica ou através do email que envio já a seguir: 916567684 / anasoraya13@hotmail.com . Também me podem contactar através do facebook – Soraia Campos.

8 – Se as pessoas quiserem comprar o teu livro onde o podem fazer?
R: Podem encontrá-lo nos seguintes locais:

Livraria Les Enfants Terribles
Rua Bulhão Pato, n.º 1
1700-081 Lisboa

Livraria Nun’Álvares
Rua 5 de Outubro, n.º 59
7300-133 Portalegre

Livraria Papelaria 115
Praça 8 de Maio, n.º 29
3000-300 Coimbra

Livraria Branco
Rua Dr. Roque Silveira, n.º 95
5000-630 Vila Real

Livraria Caminho
Rua Pedro Santarém, n.º 41
2000-223 Santarém

Representações Online
Praça do Comércio, n.º 108
4720-337 Ferreiros AMR

Livraria Universo
Rua do Concelho, n.º 13
2900-331 Setúbal
  
Livraria de José Alves
Rua da Fábrica, n.º 74
4050-246 Porto

Livraria Esperança
Rua dos Ferreiros, 119
9000-082 Funchal

Nazareth e Filho
Praça do Giraldo, 46
7000-406 Évora


Livraria Graça
Rua da Junqueira, n.º 46
4490-519 Póvoa do Varzim

Aliete S Clara Brito
Avenida 25 de Abril, lote 24 R/C
8500-511 Portimão

Livraria Caravana 
Morada Sede: Av. 25 de Abril, Edf. Vila Flôr 6º 
 8100-596 Loulé


Está também disponível online:
- no site da editora: Aqui
- Wook: Aqui
- Bertrand: Aqui
É possível também encomendá-lo em qualquer balcão Fnac, Book.it, Bertrand e Bulhosa.

9 – Estás a pensar fazer uma versão beta (enviar uma cópia antes de sair o livro para que algumas pessoas o avaliem) do teu livro?
R: Não, nunca pensei nisso, até porque nunca ninguém me falou acerca dessa possibilidade.

Penso que seria uma boa aposta para melhorar alguns aspetos do livro antes do lançamento. Há muitos escritores que o fazem. Aconselho-te também que consultes o site Goodreads para publicitares o teu trabalho.
Dou assim por terminada esta entrevista. Desejo-te sorte para a tua carreira! O blogue, os leitores e eu agradecemos a tua disponibilidade. Continua o bom trabalho!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Rubrica Mensal – Entrevistas a Autores – Maria Capitão

Este mês vamos começar uma nova rubrica onde vamos fazer entrevistas a alguns autores. A autora que entrevistámos este mês é a Maria Capitão que tem, neste momento, dois livros publicados. O mais recente já foi criticado no nosso blogue e chama-se “E se?”. Podem ler a opinião aqui. O seu primeiro livro chama-se “A História de Diablocity” e foi publicado em 2011. A autora nasceu em Maio de 1995 na Marinha Grande.
                                 
1 – Como te sentiste quando publicaste o teu primeiro livro?
R: Mal conseguia acreditar, senti-me feliz, chocada e elétrica ao mesmo tempo. Sempre fora um sonho de criança e mal consegui acreditar; comecei a gritar, contente e a correr pela casa divulgando a notícia à minha família.

2 – Agora publicaste o segundo, sentiste o mesmo ou foi diferente de alguma maneira?
R: Foi igual – apesar de já ter publicado um não me sentia confiante que pudesse publicar um segundo livro. Assim que recebi o e-mail da editora a oferecer-me um contrato pulei da cadeira e corri escadas abaixo a contar tudo à minha família, feliz. Mal conseguia acreditar, tive que me beliscar várias vezes. O facto de já ter publicado um fez com que acreditasse ainda menos que seria capaz de o fazer uma segunda vez.

3 – Qual dos dois foi mais difícil de escrever? Porquê?
R: O segundo. O primeiro foi uma história meramente ficcional enquanto o segundo retrata uma fase da minha vida, uma fase na qual sofri e sorri. É mais difícil olharmos para dentro de nós e falarmos dos nossos sentimentos do que criar uma história na nossa cabeça, esquecendo os nossos problemas através dela.

4 – Sentes então que, finalmente, consegues viver com o passado?
R: Consegui, após o segundo livro, aprender a viver com parte do passado. Aprendi, após escrever, a lidar com uma gota de água no mar que é a minha vida, tal como a de todos. O resto do meu passado é tema do terceiro livro que estou a escrever, do qual já tive a confirmação que será publicado pela mesma editora.

5 – A tua família sempre apoiou o teu sonho?
R: Sempre me disseram que eu seria capaz de o fazer e ajudaram-me quando eu não acreditava que seria capaz de o fazer. Nesse aspeto sempre tive apoio, tanto por parte de amigos como da minha família.

6 – Então e esse terceiro livro tem uma data mais ou menos prevista?
R: Apenas enviei um rascunho para a Chiado Editora que disseram que me queriam oferecer contrato – o terceiro livro será uma espécie de um diário escrito sobre um tema específico. Sei que para Outubro já terei o livro terminado e provavelmente o livro apenas será publicado no início de 2014.

7 - Onde é que os nossos leitores podem comprar os teus livros?
R: Tanto me podem contactar diretamente e vendo-os já com autógrafo e dedicatória ou encomendado na FNAC. O segundo livro encontra-se também em Lisboa, Portalegre, Coimbra, Santarém, Porto, Viseu, entre outras cidades.

É tudo, obrigada pela tua participação! O blogue, os leitores e eu agradecemos. Continua o bom trabalho!


Onde podem comprar os livros:

  A História de Diablocity:
    - Falando com a autora - Aqui
  E se?:
    - Na Wook - Aqui
    - Na Chiado Editora - Aqui
    - Falando com a autora - Aqui