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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Hunger - Chapter 1: The Hunt

NOTE: This tale IS NOT mine, I merely translated it into English, the original author of it is the contributor Jaqueline Miguel.

New moon, perfect for hunting.
With visibility practically null, the juvenile moose can only guide itself through its hearing and hyper-sensitivity to smell, but today it wasn’t going to do him any good. The wind is in my favor and I'm practically inaudible.
Eating the green grass of late fall, the moose is distracted. It is the perfect time.
With a quick move, the moose only notices me when my mouth is inches from his neck. Quickly, I bite his neck and, with a little strain, I separate its spine. Dying almost immediately, the moose vanish in blood.
While the meat is still hot, I devour its back thighs, where the meat is tenderer and less greasy, scraping the skin with my paws. I end my huge meal, half way through, fully satisfied.
I don’t hide the half-eaten corpse. In times of scarcity, I would have to hide it to eat it later, however, here in Anchorage, Alaska; there are moose in abundance. It’s even considered a destructive pest.
I hear a distant howl, followed by another. It’s my parents. It was time to go home.
Running through the beautiful forest near the suburbs, I appreciate the wonderful feeling of the wind flowing through my black fur.
It didn’t take more than five minutes to get to the ledge that separates civilization from the forest, where a huge, black wolf, the size of a polar bear, aka Laurence Wolford, banker and my father, is waiting for me. From the blood on his muzzle, paws and belly, he’d had a great hunt. A chocolate brown wolf, much smaller than my father and slightly smaller than me, my mother, had arrived, and brought, in her mouth, a bunch of clothes that were hidden under bushes.
We changed. Despite being a bit embarrassing to get dressed in front of our parents, to me, it was normal. Since I was seven, which I didn’t even measure up to my dad’s two-metre huge waist, I was already hunting rabbits and other small animals.
We went to my dad's SUV up to our simple but spacious home.
After a long, hot and delicious bath I went to bed and landed shortly.
The hunger is sated … at least for now, it always comes back.
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Momentos Wook

Bom dia meus leitores!
Venho informar-vos que hoje a Wook está com uma campanha Momentos Wook. Vejam mais informações na imagem abaixo e cliquem nela para serem redireccionados ao site.
Além disso os Livros Técnicos estão com 30% de desconto e os Livros Auxiliares de Ensino, que vão desde pré-escolares ao 12º ano, estão com 20% de desconto e ainda recebem uma oferta de um mapa de Portugal (esta campanha é válida até 15 de Agosto de 2013).

terça-feira, 25 de junho de 2013

Opinião - As Dez Figuras Negras


Titulo: As Dez Figuras Negras (originalmente And Then They Were None)
Autora: Agatha Christie
Ano de Lançamento: 2008
Editora: ASA
Número de páginas: 196
Sinopse: Dez pessoas são convidadas, com diferentes pretextos, para ir à Ilha do Negro, onde são acusadas de um crime e assassinados uma por uma. Contudo ninguém sabe quem é o/a assassino/a.
Para além disso este/a vai matando-os ao seguindo uma canção de embalar para crianças:
Dez meninos negros foram jantar;
Um engasgou-se e sobraram nove.
Nove meninos negros foram dormir;
Um dormiu demais e sobraram oito.
Oito meninos negros foram viajar pelo Devon;
Um disse que por lá ficava e sobraram sete.
Sete meninos negros foram cortar lenha;
Um cortou-se ao meio e sobraram seis.
Seis meninos negros brincavam com uma colmeia;
Um abelhão ferrou um e sobraram cinco.
Cinco meninos negros seguiram advocacia;
Um foi para o Supremo Tribunal e sobraram quatro.
Quatro meninos negros foram para o mar;
Um caiu no anzol e sobraram três;
Três meninos negros andavam pelo jardim zoológico;
Um levou um chi-coração de um urso enorme e sobraram dois.
Dois meninos negros sentaram-se ao sol;
Um ficou assado e sobrou um;
Um menino negro ficou completamente só;
Foi e enforcou-se e não sobrou mais nenhum.
Como podem imaginar o primeiro morreu engasgado, o segundo a dormir, por ai adiante...


Uma história que relata um assassinato perfeito
Este foi um dos livros mais interessantes que eu já li, e eu não sou muito fã de suspense ou de policiais.
           O que me fascinou no livro de Agatha foi o gosto e a dedicação que o/a assassino/a deu aos seus assassinatos, e de como ela conseguiu dar tanta perfeição e magnificência ao crime, que se tentássemos adivinhar, nunca conseguiríamos chegar á resposta correta. Imaginem que são as autoridades responsáveis por descobrir o/a assassino/a e deparam-se com dez cadáveres e um deles é o/a assassino/a. As vossas pistas são o diário do ultimo sobrevivente, QUE NÃO É O/A ASSASSINO/A, onde este relata como todos os seus companheiros são mortos, menos ele mesmo, que se enforcou, e menos o penúltimo. As autopsias aos cadáveres confirmam o que esta escrito no diário. Não há impressões digitais. Não há qualquer outra prova. Quem é o/a assassino/a? Tal como nós nunca conseguiríamos descobrir o/a assassino/a, as autoridades também não.
Então como é que ficamos a saber quem é o/a assassino/a? Ficamos sem saber?
Bem no final do livro aparece uma carta que o/a assassino/a lança ao mar a contar como criou o crime perfeito. Fiquei chocada e maravilhada pela genialidade que Agatha deu ao/à assassino/a, que basicamente reflete a sua.
Aconselho-vos vivamente a lerem este livro, pois é excecional e de uma autora brilhante, que vai apaixonar-vos pelos seus policiais de suspense.

Podem comprar o livro:
- Na Wook - Aqui ou Aqui
Podem comprar o ebook:
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